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	<title>autoconhecimento sexual &#8211; Marcelle Paganini</title>
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	<description>Psicóloga e Sexóloga em Vila Velha - ES</description>
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		<title>Autoconhecimento corporal: você já ouviu falar?</title>
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				<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 13:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Que eu falo de autoconhecimento o tempo todo, não é novidade para ninguém nas minhas redes! No geral falo no sentido emocional, no subjetivo mais profundo. Porém, dentro do autoconhecimento autêntico e completo está o autoconhecimento corporal também. Ele perpassa a sua consciência corporal, que tem a ver com saber dominar os movimentos, o alcance, &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2023/01/autoconhecimento-corporal-voce-ja-ouviu-falar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Autoconhecimento corporal: você já ouviu falar?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Que eu falo de autoconhecimento o tempo todo, não é novidade para ninguém nas minhas redes! No geral falo no sentido emocional, no subjetivo mais profundo. Porém, dentro do autoconhecimento autêntico e completo está o autoconhecimento corporal também. Ele perpassa a sua consciência corporal, que tem a ver com saber dominar os movimentos, o alcance, a força, e vai até aos pontos de prazer e sensibilidade.</p>
<p>Pode parecer estranho, mas muita gente passa pela vida ignorando o autoconhecimento corporal. Estas pessoas geralmente experimentam a vulnerabilidade na saúde, afinal como falar com o médico o que sinto se não entendo meu corpo? E também vivem o prazer sexual de modo parcial, e até passivo, colocando no outro a responsabilidade pela própria satisfação.</p>
<h4>Como saber que me conheço?</h4>
<p>Quando nos conhecemos simplesmente sabemos. Mas alguns bons indícios reforçam isso, como saber falar os ‘nãos’ e se colocar em poucas ou nenhumas situações desrespeitosas. No sentido sexual, quem se conhece bem sabe o que pedir e o que fazer na hora H para ativar seus pontos, chegando a orgasmos cada vez mais intensos e com qualidade.</p>
<p>Fisicamente falando, traz muito mais benefícios sexuais inclusive. Afinal, quem se conhece consegue identificar os primeiros sinais de algum problema.</p>
<h4>Como desenvolver o autoconhecimento corporal?</h4>
<p>A melhor coisa, sem dúvidas, é você praticar alguma atividade física. Você ganha em saúde, em consciência corporal, em autoconhecimento e de “brinde” benefícios sexuais.</p>
<p>Quem pratica exercícios físicos regularmente consegue extrair o melhor do prazer que o corpo pode oferecer. Porque uma pessoa sedentária não transa direito, a libido não flui, o corpo não aguenta as intensidades e nem reage bem emocionalmente. E quando passamos a nos movimentar o corpo age melhor, igual ofuncionamento de uma máquina com as engrenagens lubrificadas e com a manutenção em dia.</p>
<p>Outra atividade prática é a auto observação. Preste atenção no que sente enquanto estiver na relação sexual com alguém. Os pontos de maior prazer te dão pistas de onde e como começar a explorar mais.</p>
<p>Você pode acrescentar, se isso não for um problema nos seus valores, o auto toque. Se tocar, não só no sentido de masturbação, mas de exploração do corpo mesmo. Onde é mais alto, mais baixo, cor dos órgãos, inclusive os mais escondidos como vagina, ânus (use um espelho) e outros.</p>
<p>A melhor intimidade é sempre com nós mesmos. Estar de bem consigo é sinônimo de bem-estar geral, de prazer. Não conhecer seu próprio corpo é como ter uma ferrari e esperar que outras pessoas a dirijam do jeito que você gosta. Não tem como. Explore sua máquina! Ela é a única coisa que você tem de concreto nessa vida.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1058 size-full" src="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/giphy.gif" alt="autoconhecimento corporal " width="500" height="500" /></p>
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		<title>Sobre o filme 365 DNI (netflix) &#8211; A humanidade está sexualmente doente?</title>
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				<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 16:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
		<category><![CDATA[365 dias]]></category>
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		<category><![CDATA[365 dni problemas sexuais]]></category>
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		<category><![CDATA[critica 365 dias]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade intteligente]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O filme recém lançado na Netflix chamado 365 DNI (ou 365 dias) causou um alvoroço na internet por conta do seu forte apelo sexual, principalmente na exaltação da beleza do ator principal. E se você foi uma das pessoas que se derreteram pelo filme, quero te trazer algumas reflexões a respeito de saúde sexual. Vou &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2020/06/sobre-o-filme-365-dni-netflix-a-humanidade-esta-sexualmente-doente/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Sobre o filme 365 DNI (netflix) &#8211; A humanidade está sexualmente doente?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>O filme recém lançado na Netflix chamado 365 DNI (ou 365 dias) causou um alvoroço na internet por conta do seu forte apelo sexual, principalmente na exaltação da beleza do ator principal. E se você foi uma das pessoas que se derreteram pelo filme, quero te trazer algumas reflexões a respeito de saúde sexual.</p>
<p>Vou passar rapidamente sobre o assunto violência. Você já deve ter lido muitas críticas sobre esse aspecto e o argumento é sempre no sentido de que é um filme, é apenas fantasia não é real etc. etc.</p>
<p>Acontece que, se um pano de fundo violento te excita, infelizmente você é uma das vítimas da nossa cultura do estupro. Calma, vou me explicar. <span id="more-815"></span></p>
<blockquote><p>A sociedade naturalizou tanto a violência, que para a maioria das pessoas, tudo bem um abuso em um contexto sexual, isso não afeta o que há &#8220;de bom&#8221; que é o prazer.</p></blockquote>
<p>Vou te explicar uma coisa muito séria, mas me deixa dar um exemplo sobre psicologia comportamental primeiro.</p>
<h6>Psicologia Comportamental</h6>
<p>Pavlov (um estudioso do comportamento) fez um experimento com cachorros, que na presença de comida salivavam (até aí tudo bem marcelle, a gente saliva com comida também). Daí ele adicionou uma campainha antes da comida por um tempo, até que tcharam, a salivação estava presente sempre que a campainha soava, inclusive antes de comida chegar, inclusive sem a comida chegar as vezes! O nome disso é associação. Marcelle mas eu não sou cachorro não! Mas funcionamos da mesma forma.</p>
<p>Isso é comportamento. A campainha sexual no caso do filme é a violência, a nossa salivação é o tesão e a comida são as cenas de sexo (um exemplo tosco para resumir apenas). Cenas de sexo por si só já seriam estímulos suficientes para elucidar um desejo sexual, mas acontece que a maioria das pessoas associou sexo a violência. A humanidade naturalizou isso. E isso explica um pouco o sucesso do filme.</p>
<h6>Um tapinha não doí?</h6>
<blockquote><p>Quem nunca ouviu a respeito do menino que bate na menina porque gosta dela? Ou coisas do tipo: te amo tanto que você me faz perder a cabeça, te tratei mal, mas foi na hora da raiva. Um abraço um beijo um sexo e fica tudo bem.</p></blockquote>
<p>Não, não está tudo bem. Violência é fator de adoecimento, não é saudável. Não está tudo bem ficar excitado com uma história que a pessoa foi sequestrada, amarrada contra a vontade, cheia de elementos da síndrome de Estocolmo (dá um google depois), quase morta por drogas, com a vida e a liberdade revirada e comprada dentre outros abusos esdrúxulos. Ai, mas é fantasia marcelle, para de ser chata.</p>
<p>Isola as cenas de sexo do filme, sem o enredo violento. Vai dar um filme pornô mal escrito, mal gravado e sem nexo. Provavelmente muita gente sequer vai se excitar com elas.</p>
<p>Vou te desafiar a jantar fantasiando, imaginando que está em um depósito de lixo, cheio de carne podre e larvas, moscas voando e muita gente defecando e vomitando ao seu lado. Não vai ser bom, não vai dar prazer, lixo é associado a nojo, a doença. E porque ainda naturalizamos, romantizamos e &#8220;salivamos&#8221; com violência? Simples, foi ensinado!</p>
<blockquote><p>Talvez seja por isso que tanta gente ainda se mete em relacionamento abusivo, por isso que muita gente não consegue ter desejo sexual por pessoas boas. Nossa base sexual está toda errada.</p></blockquote>
<h6>Reavalie o que te excita</h6>
<p>E se o que estou te falando está fazendo algum sentido para você, fico feliz. Reavaliar e mudar um pouco nossa forma de ver o sexo é libertador. Comece por aí. Não reproduza mais as coisas cegamente. Analise o que te excita, pense racionalmente.</p>
<p>Não estou condenando fantasias sexuais, elas são super saudáveis. Mas fantasiar com algo tão pesado como violência psicológica e atentado à liberdade é uma coisa muito séria, sabe por que? Um estímulo puxa outro também por associações, e a quantidade de estímulos adjacentes através de apenas um é imensa. É uma progressão geométrica. Uma violência puxa outra, que puxa a outra que puxa um outro fator e por aí vai. E sabe-se lá onde a mente pode te levar (e honestamente precisaria de mais um texto para te explicar isso melhor).</p>
<p>Portanto, comece questionando a base das suas excitações. Não se permita naturalizar o bizarro, o errado, o adoecedor. Não pense que é apenas um fator isolado porque não é. Nosso emocional é todo ramificado e não trabalha bem com incoerências. Enfim, permita-se excitar com coisas melhores, como o sabor da comida, o cheiro da comida, a cor da comida. Não deixe campainhas intrusas adentrarem a sua sexualidade.</p>
<p>Obviamente que pode não ser fácil o caminho de desconstrução dessa questão, mas garanto que é muito mais fácil do que lidar com os possíveis efeitos colaterais, que vão desde insatisfação sexual até parafilias. E claro, que você sempre pode contar com um psicólogo sexólogo para te ajudar em questões mais sérias e complexas.</p>
<p>Mas por favor, repense. Se não for por você, que seja pelas futuras gerações pelo menos. A saúde mental coletiva agradece.</p>
<p>Até o próximo texto!</p>
<p><iframe title="5 pensamentos que atrapalham a vida sexual" width="604" height="340" src="https://www.youtube.com/embed/E3woi4BdhuI?feature=oembed&amp;wmode=opaque" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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