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	<title>autoconhecimento &#8211; Marcelle Paganini</title>
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	<description>Psicóloga e Sexóloga em Vila Velha - ES</description>
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		<title>8 Hábitos de Autoconhecimento para começar hoje</title>
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				<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 19:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Por Marcelle Paganini (@marcellepaganini) A jornada do autoconhecimento não é fácil, mas é extremamente recompensadora. Vamos dar uma olhada em algumas práticas que você pode integrar em sua vida. Autorreflexão Uma prática diária de reparar nas próprias atitudes e comportamentos é o primeiro passo para o autoconhecimento. Para ser mais efetivo, escreva em um diário, &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2023/10/habitos-de-autoconhecimento/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">8 Hábitos de Autoconhecimento para começar hoje</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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<p>Por Marcelle Paganini (@marcellepaganini)</p>
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<p>A jornada do autoconhecimento não é fácil, mas é extremamente recompensadora. Vamos dar uma olhada em algumas práticas que você pode integrar em sua vida.</p>
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<p>Autorreflexão</p>
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<p>Uma prática diária de reparar nas próprias atitudes e comportamentos é o primeiro passo para o autoconhecimento. Para ser mais efetivo, escreva em um diário, de papel ou digital, e de tempos em tempos revise. Você vai se surpreender o quanto é capaz de se perceber e mudar sua visão de si através da observação. Consequentemente, muita coisa automática que você não aprova, poderão deixar de acontecer somente por torná-los palpáveis.</p>
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<p>Limites entre áreas</p>
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<p>A vida profissional invade muito a nossa vida pessoal, principalmente quando temos tudo no mesmo celular. É importante delimitar tempo e espaço para cada área da vida, caso contrário, o que apresentar mais urgência irá consumir mais. E convenhamos, o trabalho consegue ocupar facilmente as outras áreas. Delimitando você consegue explorar sua identidade dentro de vários contextos.</p>
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<p>Ter Planos</p>
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<p>Já dizia o coelho de Alice: para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve. Muitas pessoas não fazem planos por medo de se frustrarem. Mas acontece que um plano ativa nossa auto observação e nos dá um norte nos momentos de piloto automático. Por mais que no meio do caminho os objetivos possam mudar, os planos serão sempre a nossa maior escola de autoconhecimento. Pois é tentando que se aprende.</p>
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<p>Diálogo Aberto</p>
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<p>Comece a falar, com as pessoas próximas, sobre o que deseja delas sem medo do que vão pensar. Por mais que a princípio você possa sentir inadequação. A mente não lida bem com incoerências, então aquilo que você fala deve ser o que está na sua mente (ou como dizem, no coração). Não estou falando de ser um mala exigente e inconsequente, mas de ser honesto e de saber expressar seu verdadeiro eu, com você e com os outros.</p>
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<p>Atenção Plena</p>
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<p>Um dos princípios do mindfulness, uma ferramenta comportamental, é a atenção plena. Não há nada que atrapalhe mais o autoconhecimento do que lotar o cérebro de referências e comparações picotadas. Faça uma coisa por vez sempre. Dedicando foco total. Quando estiver conversando com alguém, apenas converse. Quando estiver fazendo autorreflexão, apenas faça isso. Não é fácil, mas não focar impede que você se conheça.</p>
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<p>Leia</p>
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<p>A leitura é um mergulho na sua mente. E não precisa se cobrar em ler apenas livros técnicos ou de conteúdo. Um romance leve também faz o mesmo efeito. Quando lemos, nossa mente se concentra em dar sentido e criar os cenários de acordo com o que temos de material disponível dentro dela. E olhar para essas referências, lindando com seu pensamento extremamente imerso na leitura, produz um autoconhecimento fenomenal.</p>
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<p>Ouça críticas</p>
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<p>Temos um medo absurdo de sermos criticados. E isso é reflexo da nossa cultura imediatista e superficial. Como você não quer ser “igual que nem” todo mundo, mude sua percepção sobre isso. Ao receber uma crítica, agradeça e use como material de auto análise, até em terapia. Alguma coisa ali vai te sinalizar aspectos de do seu eu que você nem sonhava. A partir daí você consegue se entender melhor, internalizar o que cabe e jogar fora o que não serve.</p>
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<p>Fique Sozinha</p>
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<p>Reservar um tempo para fazer algo consigo mesmo é assustador para muitas pessoas. Mas é impossível o autoconhecimento sem estar pelo menos um tempinho a sós consigo mesmo. Comece estando um tempo no seu quarto, depois amplie. Normalize ir a uma praia, praça, parque, shopping sozinho. Quem sabe uma viagem. Seus pensamentos irão dizer: oi sumida! Como é bom ter você aqui conosco.</p>
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<div>
<p>Se tudo isso é muito difícil para você fazer sem ajuda, considere fazer terapia. A base de qualquer processo psicoterapêutico é o autoconhecimento. Quem se conhece vive substancialmente melhor do que quem apenas reage à vida. Se cuide!</p>
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<p>Por Marcelle Paganini (@marcellepaganini)</p>
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		<title>Emoções: para lidar com elas, permita-se senti-las</title>
		<link>https://marcellepaganini.com.br/2023/02/emocoes-para-lidar-com-elas-permita-se-senti-las/</link>
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				<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 13:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Um aspecto muito curioso sobre as emoções é que quanto mais desejamos não senti-las, mais elas afloram, mais elas querem sair. Te explico. Já reparou que somos seres que vivemos de ciclos? O sono é um bom exemplo. Ficamos um tempo acordados, a energia do corpo vai acabando e dormimos. Neste momento de sono, o &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2023/02/emocoes-para-lidar-com-elas-permita-se-senti-las/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Emoções: para lidar com elas, permita-se senti-las</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Um aspecto muito curioso sobre as emoções é que quanto mais desejamos não senti-las, mais elas afloram, mais elas querem sair. Te explico.</p>
<p>Já reparou que somos seres que vivemos de ciclos? O sono é um bom exemplo. Ficamos um tempo acordados, a energia do corpo vai acabando e dormimos. Neste momento de sono, o cérebro inicia uma espécie de faxina, com bastante água (líquor) a fim de consolidar o aprendizado do dia e renovar as baterias para o dia seguinte. Não é à toa que se chama ciclo circadiano.</p>
<p>Qualquer outra questão na nossa vida também precisa de ciclos. Em proporções às vezes menores, outras maiores, mas pode reparar, precisamos dos ciclos. E, na área emocional, não é diferente. Uma emoção quando disparada pela nossa mente, é uma resposta a alguma coisa que está acontecendo ou que, pelo menos, achamos que esteja acontecendo. Essa emoção precisa achar um lugar para cumprir o seu ciclo.</p>
<h3>Vamos usar como exemplo a tristeza.</h3>
<p>Digamos que você passou por uma situação que te provocou tristeza no trabalho. Tal situação foi o gatilho externo e a resposta emocional foi o sentimento de tristeza (resposta interna). O curso natural dela é ser expressada de alguma forma, seja chorando, ficando em quietude, escrevendo um e-mail dizendo como se sente e por aí vai. O tempo que leva para a emoção ser dissipada depende do tamanho do tamanho do impacto que causou e como causou. Terminado o ciclo, ela segue seu caminho de onde veio: para fora.</p>
<p>Agora digamos que você não acha legal ficar triste por esse tipo de coisa. Você pode criar mecanismos de fingimento, pode tentar &#8220;engolir&#8221; o que sente, dentre outras estratégias. Assim, você estará quebrando o ciclo da emoção. Neste cenário, quanto mais o tempo passa, mais aquilo ali cresce, inflama, apodrece e toma proporções imensas até conseguir sair. Mas neste caso, a questão já tomou uma forma tão estranha, que  você não sabe mais de onde veio e nem para onde vai, aumentando as chances de um descontrole.</p>
<p>Claro que você pode esperar chegar em um lugar ou estar com pessoas que vão te entender , para se permitir sentir e expressar o sentimento. Mas pense que se você guardar a emoção por considerá-la sem importância, com o tempo, o que era apenas algumas horas no colo de alguém,  pode virar muitas lágrimas “sem motivo”, por dias a fio ou até se transformar em sintomas patológicos: a famosa somatização.</p>
<p>Lidar com emoções não é tarefa tão simples como estou ilustrando, mas o princípio que as rege, de forma resumida, é assim. E você compreendendo isso se torna capaz de administrar qualquer emoção de forma muito fluida e realista.</p>
<h3>Toda emoção merece atenção!</h3>
<p>Estamos vivendo micro-ciclos o tempo todo e aquele que não é fechado, é contornado, e contornos podem não te levar a lugar nenhum. Já tentou contornar um local com várias vias fechadas? No caso das emoções você nunca chega no destino, está sempre dando voltas. E não pense que isso só acontece com emoções consideradas &#8216;ruins&#8217;  pelo senso comum. As emoções queridinhas, como alegria, paz, euforia devem também receber a dádiva do fechamento de seus ciclos. Está feliz? Expresse!</p>
<p>A emoção é o que nos faz humanos. Compreender e conviver com elas de modo saudável, torna a vida muito mais leve. Aliás, saúde mental é a maior riqueza que você pode dar  a você e para quem você ama.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1087 size-medium" src="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/02/callum-skelton-LaMnXPLz7qc-unsplash-200x300.jpg" alt="Emoção é o que nos faz humanos" width="200" height="300" srcset="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/02/callum-skelton-LaMnXPLz7qc-unsplash-200x300.jpg 200w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/02/callum-skelton-LaMnXPLz7qc-unsplash-768x1152.jpg 768w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/02/callum-skelton-LaMnXPLz7qc-unsplash-683x1024.jpg 683w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/02/callum-skelton-LaMnXPLz7qc-unsplash-180x270.jpg 180w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/02/callum-skelton-LaMnXPLz7qc-unsplash-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<h3>Qual a forma mais saudável de dar vazão às emoções?</h3>
<p>Perdoando!  É se punir menos e e ser mais compreensivo consigo. E isso é diferente de ter indisciplina, de ser despreocupado, pelo contrário, te torna mais inteligente,  emocionalmente falando. É pegar leve com você, por mais que tenham te ensinado ou exigido o contrário.</p>
<p>Dar vazão é diferente de agir por impulso ou largar a consciência de lado, longe disso. Não devemos confiar cem por cento nas emoções. Elas nos dão indícios, elas querem cumprir o ciclo, mas quem decide e age somos nós. Por isso saúde emocional produz saúde emocional e o contrário também (mais um ciclo aqui ó)!</p>
<p>Por essa razão,  quando uma emoção que você, na sua consciência, considera indesejável, aparecer, experimenta olhar para ela. Não empurra e nem tente não sentir pois, nesse caso, ela vai dar uma volta e reaparecer. Veja para onde ela quer ir, o que ela quer dizer, onde precisa de amparo, de conserto ou de acolhimento. Tenho certeza que você vai iniciar um novo relacionamento com você e seus sentimentos.</p>
<p>Vou fechar esse texto com a frase de um quadrinho aqui do meu consultório: &#8220;Amar a si próprio é o início de um romance para a vida toda&#8221;. Não conheço o autor, mas ele foi perfeito na colocação. Quem se ama, se aceita! Bora aceitar seus sentimentos e fazer cumprir os ciclos?</p>
<p>Obrigada e até o próximo texto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Autoconhecimento corporal: você já ouviu falar?</title>
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				<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 13:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Que eu falo de autoconhecimento o tempo todo, não é novidade para ninguém nas minhas redes! No geral falo no sentido emocional, no subjetivo mais profundo. Porém, dentro do autoconhecimento autêntico e completo está o autoconhecimento corporal também. Ele perpassa a sua consciência corporal, que tem a ver com saber dominar os movimentos, o alcance, &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2023/01/autoconhecimento-corporal-voce-ja-ouviu-falar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Autoconhecimento corporal: você já ouviu falar?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Que eu falo de autoconhecimento o tempo todo, não é novidade para ninguém nas minhas redes! No geral falo no sentido emocional, no subjetivo mais profundo. Porém, dentro do autoconhecimento autêntico e completo está o autoconhecimento corporal também. Ele perpassa a sua consciência corporal, que tem a ver com saber dominar os movimentos, o alcance, a força, e vai até aos pontos de prazer e sensibilidade.</p>
<p>Pode parecer estranho, mas muita gente passa pela vida ignorando o autoconhecimento corporal. Estas pessoas geralmente experimentam a vulnerabilidade na saúde, afinal como falar com o médico o que sinto se não entendo meu corpo? E também vivem o prazer sexual de modo parcial, e até passivo, colocando no outro a responsabilidade pela própria satisfação.</p>
<h4>Como saber que me conheço?</h4>
<p>Quando nos conhecemos simplesmente sabemos. Mas alguns bons indícios reforçam isso, como saber falar os ‘nãos’ e se colocar em poucas ou nenhumas situações desrespeitosas. No sentido sexual, quem se conhece bem sabe o que pedir e o que fazer na hora H para ativar seus pontos, chegando a orgasmos cada vez mais intensos e com qualidade.</p>
<p>Fisicamente falando, traz muito mais benefícios sexuais inclusive. Afinal, quem se conhece consegue identificar os primeiros sinais de algum problema.</p>
<h4>Como desenvolver o autoconhecimento corporal?</h4>
<p>A melhor coisa, sem dúvidas, é você praticar alguma atividade física. Você ganha em saúde, em consciência corporal, em autoconhecimento e de “brinde” benefícios sexuais.</p>
<p>Quem pratica exercícios físicos regularmente consegue extrair o melhor do prazer que o corpo pode oferecer. Porque uma pessoa sedentária não transa direito, a libido não flui, o corpo não aguenta as intensidades e nem reage bem emocionalmente. E quando passamos a nos movimentar o corpo age melhor, igual ofuncionamento de uma máquina com as engrenagens lubrificadas e com a manutenção em dia.</p>
<p>Outra atividade prática é a auto observação. Preste atenção no que sente enquanto estiver na relação sexual com alguém. Os pontos de maior prazer te dão pistas de onde e como começar a explorar mais.</p>
<p>Você pode acrescentar, se isso não for um problema nos seus valores, o auto toque. Se tocar, não só no sentido de masturbação, mas de exploração do corpo mesmo. Onde é mais alto, mais baixo, cor dos órgãos, inclusive os mais escondidos como vagina, ânus (use um espelho) e outros.</p>
<p>A melhor intimidade é sempre com nós mesmos. Estar de bem consigo é sinônimo de bem-estar geral, de prazer. Não conhecer seu próprio corpo é como ter uma ferrari e esperar que outras pessoas a dirijam do jeito que você gosta. Não tem como. Explore sua máquina! Ela é a única coisa que você tem de concreto nessa vida.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1058 size-full" src="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/giphy.gif" alt="autoconhecimento corporal " width="500" height="500" /></p>
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		<title>Ter filhos ou não ter</title>
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				<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 19:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Se você está naquele momento em que precisa decidir se é a hora ou não de ter filhos, esse texto é para você! Em tempos de discussões ferrenhas a respeito do que a mulher deve ou não deve, escutei de um “profissional” falar uma asneira em rede nacional, foi mais ou menos assim: “Toda mulher &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2017/11/ter-filhos-ou-nao-ter/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Ter filhos ou não ter</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Se você está naquele momento em que precisa decidir se é a hora ou não de ter filhos, esse texto é para você!</strong></h3>
<p>Em tempos de discussões ferrenhas a respeito do que a mulher deve ou não deve, escutei de um “profissional” falar uma asneira em rede nacional, foi mais ou menos assim: “Toda mulher vai querer ter filhos um dia. A mulher nunca pode dizer não à maternidade”. <strong>Piffff #trofeunonsense</strong></p>
<p><span id="more-46"></span></p>
<p>Não vou revelar o nome por questões óbvias, mesmo porque ele nem me conhece e não estou a fim de conhecê-lo também.</p>
<p>Mas querido amigo, permita-me discordar do senhor e que pegue o gancho quem pensa assim também.</p>
<p>Vamos começar falando do que envolve ser mãe: temos duas vertentes rolando por aí. A que romantiza a maternidade e diz que é um amor fora do normal, que é a melhor experiência de uma vida etc. E tem quem diga que é o inferno na terra e que a mulher deixa de viver tudo o que construiu até então para viver em função do filho, não come, não bebe, não dorme, morte, peste, gafanhoto, fujam pras colinas!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-48" src="http://localhost/_LYMP_WEB/anima/wp-content/uploads/2018/10/panico.gif" alt="" width="400" height="350" /></p>
<h3><strong>Qual delas está correta? Nenhuma!</strong></h3>
<p>A maternidade como outras vivências humanas é única para cada pessoa e muito do que vai acontecer com você se optar ou não por ter filhos só depende de como você vai levar a experiência e o quanto você desejou e se preparou emocionalmente para viver-la.</p>
<p>Portanto esse profissional que afirmou que TODA mulher vai querer ter filhos, tem um pensamento supergeneralista e que de certa forma é um reflexo do senso comum que rola por aí. A sociedade no geral gostaria muito que fosse assim. Sinto desapontar a humanidade com meu texto, mas cada mulher é única.</p>
<h3><strong>Então, pessoa, o que eu faço? Ter ou não ter filhos?</strong></h3>
<p>Nessa questão cabe muito bem o autoconhecimento. Vamos fazer um pequeno exercício?</p>
<p>Responda a essas três perguntas que vão clarear seu contexto, seja honesta!</p>
<p><strong>1 &#8211; Nos seus planos a longo prazo, tem ou cabe uma ou mais crianças?</strong></p>
<p><strong>2 &#8211; O que significa uma mãe para você (independente de como foi a sua)?</strong></p>
<p><strong>3 &#8211; Já sonhou em ser mãe?</strong></p>
<p>Respondendo essas perguntas você entende como é até hoje o seu cenário a respeito da maternidade e fica mais fácil pensar no assunto.</p>
<p>Levando a reflexão das três perguntas anteriores, responta a quarta e quinta perguntas que são as mais importantes:</p>
<p><strong>4 &#8211; Você QUER ser mãe?</strong></p>
<p><strong>5 – Que tipo de mãe você quer e acha que vai ser?</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-49" src="http://localhost/_LYMP_WEB/anima/wp-content/uploads/2018/10/tiposdemae.jpg" alt="" width="650" height="350" srcset="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/tiposdemae.jpg 650w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/tiposdemae-600x323.jpg 600w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/tiposdemae-300x162.jpg 300w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/tiposdemae-501x270.jpg 501w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Deixando claro que esse exercício refere-se ao seu contexto atual, e que como seres humanos além de únicos, somos mutáveis. Portanto isso pode mudar em algum momento, como pode ser uma verdade que vai te acompanhar para a vida. Porém ao praticar o autoconhecimento fica muito mais fácil tomar decisões acertadas e de acordo com o que é e o que não é para nós mesmas.</p>
<p>A verdade é que nem toda mulher nasceu para ser mãe, prova disso é o novo conceito de mãe narcisista que vem sendo disseminado pela mídia ultimamente. E nem toda mulher nasceu para não ser mãe, algumas tem esse sonho (alguns dizem ser até um dom) enraizado no fundo da sua anima (alma).</p>
<p>Portanto, independente do grupo que você participa, da opinião que você tem a respeito disso, se conheça profundamente e decida o que é melhor para você mesma. Não se renda a pressões da sociedade, pois a frustração é certa.</p>
<p>E você mulher, ajude a calar a voz dos preconceituosos, respeite o que sua amiga escolheu para a vida dela. Se ela quis ser mãe de cinco filhos e você mal quer cuidar de uma planta, a palavra é respeito! Ou se ela não quer ter nem um cachorro e você está superfeliz sendo mãe, tenha respeito também. Ninguém está errado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-50" src="http://localhost/_LYMP_WEB/anima/wp-content/uploads/2018/10/naosouobrigada.jpg" alt="" width="720" height="638" srcset="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/naosouobrigada.jpg 720w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/naosouobrigada-600x532.jpg 600w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/naosouobrigada-300x266.jpg 300w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2018/10/naosouobrigada-305x270.jpg 305w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p>Portanto, respeite o outro, se respeite, seja livre, feliz, se conheça e decida o que é melhor para você! Está tudo bem ser você mesma!</p>
<p>Nessas horas vale aquela máxima: escolhi não ser obrigada a nada!<br />
🙂</p>
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