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	<title>vida a dois &#8211; Marcelle Paganini</title>
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	<description>Psicóloga e Sexóloga em Vila Velha - ES</description>
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		<title>Será que as borboletas no estômago estão morrendo?</title>
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				<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Aquele frio na barriga a cada mensagem, as borboletas no estômago a cada beijo&#8230; O início de um relacionamento é sempre muito apreciado. Um boom de dopamina pelo que aquele relacionamento poderá ser,  explica bem o misto de sensações que temos ao começar a se relacionar com alguém apaixonadamente. O senso comum prega que isso &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2023/02/sera-que-as-borboletas-no-estomago-estao-morrendo/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Será que as borboletas no estômago estão morrendo?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Aquele frio na barriga a cada mensagem, as borboletas no estômago a cada beijo&#8230; O início de um relacionamento é sempre muito apreciado.</p>
<p>Um <em>boom</em> de dopamina pelo que aquele relacionamento poderá ser,  explica bem o misto de sensações que temos ao começar a se relacionar com alguém apaixonadamente.</p>
<p>O senso comum prega que isso é só no começo mas os casais apaixonados insistem que vai ser para a vida toda. O fato é que esse <em>frenesi</em> todo reduz ao longo do tempo pois, com a convivência, as coisas vão se tornando menos &#8220;emocionantes&#8221; e mais racionais.</p>
<h3>Mas o que faz alguns casais continuarem juntos e se declararem apaixonados  e outros seguirem rumos separadamente? Será que alguns casais matam as borboletas do estômago?</h3>
<p>Na verdade, um erro comum é apostar nas borboletas para medir uma coisa que não é mensurável através delas. O que chamamos de borboletinhas, nada mais é do que um mecanismo da natureza para juntar duas pessoas (mesmo cientificamente ainda não sendo um consenso do como e do porquê disso acontecer) . Do mesmo jeito que uma semente cai no chão e vira outra planta, a paixão faz dois seres humanos quererem copular. Isso falando de mecanismo da natureza e não de questões sociais que salpicamos ao longo do tempo. Isso é assunto para outro papo.</p>
<p>O que sabemos é que os efeitos de algumas paixões são análogos a vícios ou até intoxicação, então, é esperado que as borboletas parem de bater asas feito umas desvairadas ao longo do relacionamento. Elas amadurecem e começam a ficar contentes e seguras. Em uma relação saudável chamamos de amor, mas pode ter o nome que o casal preferir, vou chamar de amor para simplificar a compreensão do texto.</p>
<h3>Saber compreender que a quietude das borboletas, requer maturidade</h3>
<p>Saber compreender que a quietude das borboletas, ou seja, a ausência daquele sentimento do início, requer maturidade e, não necessariamente, significa uma falta de amor. Se a pessoa não for emocionalmente saudável ela pode estar diante do que comumente chamamos de “amor da sua vida”, mas não vai conseguir seguir após a intoxicação da paixão passar. Simplesmente por estar com foco em algo que é uma fase.</p>
<p>Não quer dizer que uma relação madura e amorosa é chata e sem tesão. Longe disso. Mas ela se torna uma construção mútua e não mais um simples sentir e viver provocado pela nossa natureza. Aí entra a nossa inteligência, valores e tudo mais que acreditamos.</p>
<p>Uma armadilha comum das borboletas é fazer a gente acreditar que estamos diante da pessoa que vai ser aquela que esperamos que seja e quando elas se acalmam, não era nada daquilo. É por isso que muitos se tornam prisioneiros do passado ou até de uma ilusão criada por eles mesmos (parafraseando Marília Mendonça: <em>me apaixonei pelo que eu inventei de você</em>).</p>
<p>Falo a todos meus pacientes: relacionamento é para os fortes. Devemos curtir e saborear a temporada das borboletas no estômago e depois que ela passar, devemos ter maturidade e sensatez para enxergar a pessoa que está ali conosco. Sermos honestos a ponto de saber se é válido ou não seguir aquele caminho. Temos borboletas amadurecidas ou elas foram apenas brincalhonas com a gente?</p>
<p>Só com saúde e preparo emocional para sabermos. Portanto, cuide da sua mente antes de querer trocar borboletas por aí.</p>
<p>Um abraço!</p>
<h6><em>Referências:</em></h6>
<p><em>Bento, V.E. (2006). Toxin and addiction compared to passion and toxicomania: etymology and psychoanalysis. &#8211; https://doi.org/10.1590/S0103-65642006000100011</em></p>
<p><em>Buss, D.B. (1994). The evolution of desire: Strategies of human mating. New York: Basic Books.</em></p>
<p><em>Buss, D. M. (2000). Os perigos da paixão: Por que o ciúme é tão necessário quanto o amor e o sexo. (M. Campello, Trad.) Rio de Janeiro: Objetiva.</em></p>
<p><em>Meyer, M. (1994). O filósofo e as paixões. Esboço de uma história da natureza humana . Porto, Portugal: Asa.</em></p>
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		<title>6 exemplos de como melhorar a sua vida sexual</title>
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				<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Disfunção sexual]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>A vida sexual perpassa o autoconhecimento corporal, que abordei no texto anterior deste blog. Se você não leu ainda, recomendo fortemente a leitura, ele é bem curtinho e é o ponto de partida para o assunto de hoje que é sobre práticas que podem ajudar a melhorar a sua vida sexual. Aqui vão alguns exemplos &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2023/01/6-exemplos-de-como-melhorar-a-sua-vida-sexual/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">6 exemplos de como melhorar a sua vida sexual</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>A vida sexual perpassa o autoconhecimento corporal, que abordei no texto anterior deste blog. Se você não leu ainda, recomendo fortemente a leitura, ele é bem curtinho e é o ponto de partida para o assunto de hoje que é sobre práticas que podem ajudar a melhorar a sua vida sexual. Aqui vão alguns exemplos de como fazer isso.</p>
<h4>1- Estilo de vida com certeza é o pilar principal de uma vida sexual satisfatória.</h4>
<p>Veja que usei a palavra pilar. Pilar é o que segura, sustenta. Sem um bom estilo de vida, provavelmente você vai achar que tudo que vou citar aqui não funciona. Então considere um bom pano de fundo para aplicação de melhorias. Saúde física entra no pacote também.</p>
<h4>2- Saúde emocional em dia.</h4>
<p>Sem saúde emocional não conseguimos viver uma boa vida sexual, mesmo que o ato sexual seja sem envolvimento. Boa parte da libido vem das emoções e a sustentação do ciclo de resposta sexual também tem a participação das emoções.</p>
<h4>3 &#8211; Educação sexual de qualidade.</h4>
<p>Não basta saber movimentar quadril e penetrar. Somos seres inteligentes que compartilha conhecimento e,graças a essa habilidade, evoluímos. Portanto invista em entender sobre sexo real, doenças, aspectos fisiológicos envolvidos e principalmente, não use pornografia como referência.</p>
<h4>4 &#8211; Se tiver parceria fixa, cultive um bom diálogo.</h4>
<p>No relacionamento não há como desvincular o sexo do bom andamento da relação. Então o envolvimento de vocês fora da cama vai ser decisivo no momento de intimidade. A comunicação sincera e assertiva é o que sustenta um bom relacionamento.</p>
<h4>5 &#8211; Invista em novidade, mas ame o seu dia a dia.</h4>
<p>Novidade ajuda muito na libido. Mas curtir seu dia a dia, seja se relacionando ou não, faz com que você veja beleza e desejo no que você já tem. Um bom exercício é a gratidão &#8216;não tóxica&#8217; e verdadeira.</p>
<p>As novidades devem ser experimentadas pelo menos mentalmente antes de serem implantadas. Não vale fazer o que os outros fazem, precisa ter sentido para sua individualidade.</p>
<h4>6 &#8211; Em casos complexos, procure ajuda profissional.</h4>
<p>Disfunções sexuais apesar de pouco difundidas, possuem tratamento clínico. Psicólogos da área da sexualidade, fisioterapeutas pélvicos e da sexualidade e médicos, são bons exemplos de qual profissional procurar para começar a investigar.</p>
<p>Viver uma vida sexual saudável não é só questão de prazer, é questão de saúde geral. Por isso, invista em você!</p>
<p>Ficou com alguma dúvida sobre esse tema? Deixe aqui nos comentários que te respondo.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1065 size-medium" src="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/caucasian-couple-lying-on-bed-together-sex-concept-300x200.jpg" alt="vida sexual" width="300" height="200" srcset="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/caucasian-couple-lying-on-bed-together-sex-concept-300x200.jpg 300w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/caucasian-couple-lying-on-bed-together-sex-concept-768x513.jpg 768w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/caucasian-couple-lying-on-bed-together-sex-concept-1024x683.jpg 1024w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/caucasian-couple-lying-on-bed-together-sex-concept-405x270.jpg 405w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/caucasian-couple-lying-on-bed-together-sex-concept-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Vício em pornografia *: como identificar e tratar.</title>
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				<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 12:00:48 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Vício, na origem da palavra, engloba tudo aquilo que é nocivo e mesmo assim é repetido de forma cíclica. No ciclo vicioso a coisa flui como uma roda gigante, uma coisa levando a outra, por exemplo o vício em cigarro. No ciclo vicioso do cigarro a pessoa fuma, se sente bem, passa algum tempo e &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2023/01/vicio-em-pornografia-como-identificar-e-tratar/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Vício em pornografia *: como identificar e tratar.</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Vício, na origem da palavra, engloba tudo aquilo que é nocivo e mesmo assim é repetido de forma cíclica. N</span></span><span style="font-size: medium; font-family: 'Times New Roman', serif;">o ciclo vicioso a coisa flui como uma roda gigante, uma coisa levando a outra, por exemplo o vício em cigarro. No ciclo vicioso do cigarro a pessoa fuma, se sente bem, passa algum tempo e sente necessidade de se sentir bem de novo e acende mais um. Outras coisas desencadeiam o comportamento de fumar, como stress e tédio, mas por trás do comportamento de fumar está sempre o desejo de &#8220;se sentir bem&#8221;. Pessoas viciadas perdem a autonomia sobre o desejo e por isso a sensação do automático. É o tal do: &#8220;quando eu vi, já tinha fumado&#8221;. Mas e o que isso tem a ver com vício em pornografia? </span></p>
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">O buraco é mais embaixo!</span></span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">O vício em pornografia tem pormenores que o tornam mais difícil de prevenir, identificar e tratar. Primordialmente por conta do tema sexo ser tabu, ser tema velado e escondido pela sociedade no geral, tornando o acesso à educação sexual escasso e polêmico. E sem educação sexual, as pessoas, principalmente crianças e adolescentes, ficam à própria sorte com sua sexualidade. Diferente do cigarro, que existem inúmeras campanhas e informações que, apesar de ter reduzido o índice de fumantes e aumentado significativamente o número de pessoas buscando por tratamento (Pesquisa da Vigitel em 2021), mesmo assim algumas pessoas ainda se viciam. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Portanto, como vamos orientar sobre os malefícios de um tabu desse tamanho? Como vamos dar oportunidade para as pessoas solicitarem um tratamento? A resposta é: por &#8220;trabalho de formiguinha&#8221; como esse aqui. Provavelmente por isso que em consultório, a maioria dos casos de vícios em material pornográfico chegam quando os danos já estão extremamente altos. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> Isso sem mencionar as condições e os motivos financeiros das produções pornográficas, pois não vou me estender. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> Parecido com o cigarro, nosso exemplo de hoje, a exposição à pornografia gera prazer. </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Em 2023, num cenário pós-pandêmico e com acesso mais facilitado a esses materiais, acredito que o número seja maior ainda.</span></span></p>
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">E como o vício em pornografia pode afetar o relacionamento?</span></span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> Além da pessoa que tem vício em pornografia perder a autonomia a respeito da utilização, precisando desse estímulo para poder se excitar, principalmente na masturbação, a médio e longo prazo, isso pode trazer vários problemas ao relacionamento e à vida sexual.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> Correlacionando com o cigarro, que pode acarretar várias doenças pulmonares, respiratórias e cardíacas, os efeitos colaterais da pornografia vão desde a insatisfação com o sexo da vida real, insatisfação com a aparência física da parceria, desvalorização do afeto na relação sexual, comprometimento da confiança, até um descontentamento generalizado com o relacionamento. Tudo depende de como esse vício se instalou e de qual espaço o sexo ocupa  nessa relação. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> Também podemos observar efeitos psicológicos significativos, como aumento da agressividade (a pornografia é muito violenta, mesmo quando não mostra violência), ansiedade exacerbada, sintomas depressivos, dificuldade de tomada de decisões, desequilíbrio emocional, perda de interesse por estudos / trabalho, dentre outros. </span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">O cérebro, simplesmente, não lida bem com vícios!</span></span></p></blockquote>
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Mas como identificar se você está viciado em pornografia?</span></span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> Alguns fatores podem dar indícios de que existe a possibilidade de um vício em pornografia instaurado. E ele pode ser leve, moderado ou grave dependendo do nível de danos que vem trazendo para a vida da pessoa. Vou citar alguns mais comuns:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Não consegue se masturbar, iniciar um ato ou manter excitação sem a presença de pornografia;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Com o tempo o sexo no relacionamento ficou sem graça;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Precisa cada vez mais de material diferente para se excitar, às vezes se assusta com o que assiste depois que termina a excitação;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Tem exigido da parceria algumas coisas que nunca foram interesse do casal;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Faz uso, pelo menos, semanalmente;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Às vezes assiste algo que recebeu no celular e quando percebe está em excitação ou se masturbando;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Precisa sair do convívio (trabalho, festas, etc.) para se masturbar, após ver algum material no celular de alguém ou sem querer;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Tem demorado mais para ter orgasmo na relação real;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Tem muito material salvo e não consegue se desfazer da maioria;</span></span></li>
<li><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">A parceira tem reclamado de um esfriamento ou distanciamento sexual;</span></span></li>
</ul>
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Como tratar o vício em pornografia?</span></span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> O melhor tratamento que existe para qualquer vício é o <em>multidisciplinar</em>. Por se tratar de um tema extremamente pouco difundido, não há um tratamento específico no SUS, inclusive a maioria dos planos de saúde ainda não dá a devida atenção à saúde sexual neste sentido. Porém, o serviço de psicologia, urologia, ginecologia e fisioterapia pélvica em conjunto, são o &#8220;padrão ouro&#8221; de tratamento no momento. Sugiro começar pelo profissional de psicologia que seja especializado em sexualidade para uma avaliação e início do contato com os outros profissionais. Para casos leves, alguns pacientes conseguem recuperar autonomia apenas com contato zero ou retirada gradativa do estímulo.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Vejo muitos profissionais, desinformados infelizmente, reproduzirem o discurso de que usar a pornografia como fator de excitação para o casal é algo benéfico. Eu inclusive no início da minha prática, antes de buscar evidências, reproduzi esse discurso. </span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Pornografia é como álcool na gestação: não há evidências de quantidade segura, porém existem muitas evidências dos malefícios.</em> </span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">No fim das contas, assim como o cigarro, a decisão inicial é nossa. As decisões seguintes podem não ser.</span></span></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1038 size-medium" src="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-300x300.jpg" alt="Quebre as correntes do vício em pornografia. " width="300" height="300" srcset="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-300x300.jpg 300w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-150x150.jpg 150w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-768x768.jpg 768w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-1024x1024.jpg 1024w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-270x270.jpg 270w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-600x600.jpg 600w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2023/01/8002006-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h5></h5>
<h5></h5>
<h5></h5>
<h5><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Fontes:</span></span></h5>
<p><em><span style="color: #403d39;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Donnerstein, E., &amp; Linz, D. (1986) The question of pornography. </span></span></span><span style="color: #403d39;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Psychology Today</span></span></span></em></p>
<p><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Genuis, M., Violato, C., &amp; Paolucci, E. (1998). The effects of pornography on attitudes and behaviours in sexual and intimate relationships; National Foundation for Family Research and Education, Calgary</span></span></em></p>
<p><em><span style="color: #403d39;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Gray, S. (1982). Exposure to pornography and aggression toward women: the case of the angry male.</span></span></span></em></p>
<p><em><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">The development of symptoms of tobacco dependence in youths: 30-month follow-up data from the DANDY study.</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"> Joseph R. DiFranza, Judith A. Savageau, Kenneth Fletcher, Judith K. Ockene, Nancy A. Rigotti, Ann D. McNeill, Mardia Coleman e Constance Wood, em Tobacco Control, vol. 11, no 3.</span></span></span></em></p>
<p><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Zillmann, D., &amp; Bryant, J. (1982). Pornography, sexual callousness, and the trivialization of rape. Journal of Communication</span></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">*Pornografia aqui engloba material de sexo explícito: fotos e filmes. Material erótico / não explícito como livros, filmes com teor sexual não entram nesta categoria.</span></span></p>
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		<title>E o seu relacionamento, como vai?</title>
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				<pubDate>Fri, 30 Dec 2022 19:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[problemas de casal]]></category>
		<category><![CDATA[vida a dois]]></category>
		<category><![CDATA[casal em crise]]></category>
		<category><![CDATA[crise no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[falta de diálogo no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Recentemente fui convidada pelo Jornal A Tribuna para uma entrevista cujo assunto era divórcio. Se comparado com 2021, o ano de 2022 teve uma queda no número de separações. Existem algumas formas de saber se o seu relacionamento está desgastado e o que fazer para reverter a situação.  Mas qual é o segredo para que &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2022/12/e-o-seu-relacionamento-como-vai/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">E o seu relacionamento, como vai?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente fui convidada pelo Jornal A Tribuna para uma entrevista cujo assunto era divórcio. Se comparado com 2021, o ano de 2022 teve uma queda no número de separações. Existem algumas formas de saber se o seu relacionamento está desgastado e o que fazer para reverter a situação. </span></p>
<h5><b>Mas qual é o segredo para que um casamento dure? </b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">O principal é ter a individualidade em dia, estar com seu emocional saudável e fazer as suas próprias coisas, tornando você e o outro mais interessante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um erro muito comum dos casais é se fechar para o mundo e  fazer tudo juntos. Abandonam os hobbies ou inserem a outra pessoa, não se permitem ter amizades além do convívio comum, criando assim uma cultura sufocante sem nem perceber.  Esse hábito torna o casal desinteressante e monótono e, consequentemente, com menos ou nenhuma energia para lidar com os impasses do relacionamento.</span></p>
<h5><b>Como identificar quando o relacionamento não vai bem? </b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">São inúmeros os possíveis sinais, mas todos eles levam a um desconforto em relação à outra pessoa.  Um dos sinais mais comuns é não estar confortável na presença do outro. Por exemplo, preferir estar em qualquer lugar ou situação, menos sozinho com a pessoa.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro indicativo comum é quando toda e qualquer situação vira um embate, demonstrando a falta de paciência entre o casal.  Não é que todo relacionamento seja um mar de rosas o tempo inteiro, mas, o modo de lidar com as discordâncias diz muito sobre a saúde daquela relação.  Porém é importante ter clareza e inteligência emocional ao analisar um desconforto antes de assumir como um sinal, para que ele não seja fruto de uma mazela emocional individual.</span></p>
<h5><b>Quais hábitos podem ajudar a melhorar o relacionamento? </b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">É interessante que o casal equilibre a individualidade e os momentos juntos.  É bastante comum casais que fazem tudo junto mas nunca estão realmente juntos, olhando e vivendo seu próprio relacionamento. Esse tipo de casal usa os momentos a sós apenas para sexo, discussões e resolução de questões e raramente para curtir a presença um do outro. Este mesmo casal também não se permite ter momentos de lazer longe um do outro. Nunca estão juntos e nunca estão sozinhos no fim das contas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro hábito importante é o diálogo. E nisso temos que aprender a língua, o dialeto, digamos assim, do outro. Temos que nos fazer compreendidos e, como o casal supostamente possui intimidade, é bem possível fazer isso.  O casal que se comunica com inteligência e clareza consegue criar espaço para a tão sonhada leveza no relacionamento, que é o ponto crucial para uma relação com parceria, amor, intimidade e felicidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o  relacionamento está dando sinais que não vai bem e o casal  perceber que não está conseguindo resolver sem ajuda, considerem fazer terapia. Juntos vocês podem encontrar a melhor solução para a relação.</span></p>
<figure id="attachment_1005" aria-describedby="caption-attachment-1005" style="width: 604px" class="wp-caption alignleft"><img class="wp-image-1005 size-large" src="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2022/12/warren-wong-P1fZRtz7-VE-unsplash-1-1024x667.jpg" alt="A luz do fim do túnel no relacionamento" width="604" height="393" srcset="https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2022/12/warren-wong-P1fZRtz7-VE-unsplash-1-1024x667.jpg 1024w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2022/12/warren-wong-P1fZRtz7-VE-unsplash-1-300x195.jpg 300w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2022/12/warren-wong-P1fZRtz7-VE-unsplash-1-768x500.jpg 768w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2022/12/warren-wong-P1fZRtz7-VE-unsplash-1-415x270.jpg 415w, https://marcellepaganini.com.br/wp-content/uploads/2022/12/warren-wong-P1fZRtz7-VE-unsplash-1-600x391.jpg 600w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" /><figcaption id="caption-attachment-1005" class="wp-caption-text">Casal caminhando no túnel.</figcaption></figure>
<p>Mais conteúdos sobre esse tema em <a href="https://marcellepaganini.com.br/artigos/">https://marcellepaganini.com.br/artigos/</a></p>
<p>Notícia original em <a href="https://tribunaonline.com.br/cidades/casais-se-divorciaram-menos-este-ano-no-es-130159">https://tribunaonline.com.br/cidades/casais-se-divorciaram-menos-este-ano-no-es-130159</a></p>
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		<title>Amizade colorida saudável é possível? Especialista tira dúvida!</title>
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				<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 18:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[amizade colorida]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Notícia original em: https://www.folhavitoria.com.br//geral/noticia/09/2020/amizade-colorida-saudavel-e-possivel-especialista-tira-duvida Seria mesmo possível estabelecer e manter a chamada amizade colorida? Ela é saudável ou é melhor correr porque “vai dar ruim”? Para quem não conhece, amizade colorida é um termo para definir pessoas que têm um envolvimento corporal mais íntimo, seja sexo ou apenas beijos, sem um comprometimento como casal. Também &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2020/10/amizade-colorida-saudavel-e-possivel-especialista-tira-duvida/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Amizade colorida saudável é possível? Especialista tira dúvida!</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia original em: https://www.folhavitoria.com.br//geral/noticia/09/2020/amizade-colorida-saudavel-e-possivel-especialista-tira-duvida</p>
<h2>Seria mesmo possível estabelecer e manter a chamada amizade colorida? Ela é saudável ou é melhor correr porque “vai dar ruim”?</h2>
<div class="info-header">
<div class="authors">
<p class="">Para quem não conhece, amizade colorida é um termo para definir pessoas que têm um envolvimento corporal mais íntimo, seja sexo ou apenas beijos, sem um comprometimento como casal. Também conhecida como amizade com benefícios, a amizade colorida seria uma forma de se saciar uma necessidade fisiológica do ser humano adulto sem a cobrança ou o compromisso de um relacionamento mais sério. Mas qual a chance disso dar certo?</p>
<p class="">Para a psicóloga e sexóloga Marcelle Paganini, a relação depende dos envolvidos. &#8220;Ao se entrar nesse ou em qualquer tipo de relacionamento é imprescindível saúde emocional. Quando ambas as partes são honestas e deixam bem claro o que querem, a chance de dar errado é quase nula”, comenta.</p>
<p>Segundo ela, esse tipo de relação aparece com frequência nos consultórios e a maioria dos casos é benéfico para os envolvidos. “Acredito que as pessoas estão evoluindo em relação a sexo, sexualidade e relacionamentos. Apesar de termos um longo caminho em relação a preconceitos e tabus, existem muitas pessoas com a mente mais aberta que têm usufruído dessas amizades”, argumenta Paganini.</p>
<p><b>Como saber se a amizade colorida é saudável?</b></p>
<p>De acordo com a especialista, a amizade colorida é saudável quando ambos estão confortáveis com os termos dela. Ela é categórica ao dizer que tais termos devem, sim, serem discutidos, deixados às claras e acordados entre ambos. Caso contrário, o risco de desentendimentos ou expectativas frustradas é alto.</p>
<p>“Amizade é isso: ser honesto e companheiro. Então ela não é saudável quando existe algum desacordo ou não dito entre ambos. Também quando há expectativas frustradas ou termos não discutidos. Defina as regras e conte suas expectativas sempre. Se não souber separar as coisas é melhor nem tentar”, alerta.</p>
<p data-fetch="true">Marcelle também recomenda para as pessoas que possuem uma amizade colorida a priorização do diálogo em detrimento dos sexos e beijos e o cultivo da amizade em ambientais que não sejam somente para sexo, a fim de se fomentar conversas e trocas.</p>
<p><b>E seria uma relação para todos?</b></p>
<p>De jeito nenhum. “A amizade colorida só é aconselhável para quem consegue conceber a ideia e é bem resolvido com esse tipo de situação. Para pessoas que não separam o emocional do sexual, o melhor é apenas manter a amizade, para no fim das contas não perder os dois. Maturidade e equilíbrio são fundamentais. Esse tipo de envolvimento é, acima de tudo, para ser leve. Perdeu a leveza? pule fora”, conclui.</p>
<p><a href="https://www.folhavitoria.com.br//geral/noticia/09/2020/amizade-colorida-saudavel-e-possivel-especialista-tira-duvida">Notícia Original clique aqui!</a></p>
</div>
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		<title>Como ter um casamento sexualmente saudável?</title>
		<link>https://marcellepaganini.com.br/2020/07/como-ter-um-casamento-sexualmente-saudavel/</link>
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				<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 23:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[casal sexualmente saudavel]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Uma questão que sempre defendo nas redes sociais é a importância do cultivo da individualidade para a manutenção de uma vida sexual satisfatória. Sem dúvidas este é um elemento primordial para o desejo sexual recorrente. A palavra mesmo já diz: só desejamos o que nos é interessante, só é interessante o que tem vida própria &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2020/07/como-ter-um-casamento-sexualmente-saudavel/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Como ter um casamento sexualmente saudável?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão que sempre defendo nas redes sociais é a importância do cultivo da individualidade para a manutenção de uma vida sexual satisfatória. Sem dúvidas este é um elemento primordial para o desejo sexual recorrente. A palavra mesmo já diz: só desejamos o que nos é interessante, só é interessante o que tem vida própria e o que se valoriza antes de ser valorizado.</p>
<p><span id="more-852"></span></p>
<p>Outra questão que só é possível através da individualidade é o sentir literal (sentir mesmo, na pele, no corpo) as sensações sexuais. Se a pessoa não se conhece e/ou deixa a cargo do outro a missão de fornecer sensações a ela, a frustração é certa. E tal sentimento vem carregado de outros que torna a relação uma torre de babel e ninguém se entende mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enfim, só se relaciona bem com o outro quem se relaciona bem consigo mesmo. Só sente prazer sexual quem sabe prestar atenção aos sinais do seu próprio corpo. Só se deseja o que é desejável e só é desejável quem tem o que oferecer. Off: Eu poderia escrever dessas frases de traseira de caminhão o dia inteiro (risos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Por outro lado,</h6>
<p>uma boa relação, falo de relacionamento mesmo, de tempos, de apresentar a família. Uma boa relação requer intimidade. Ninguém consegue se considerar em um relacionamento quando não se sabe nada a respeito da outra pessoa. Se seus sentimentos e anseios são incertos. É impossível se sentir parte da vida de alguém que não compartilha nada a respeito dela mesma. Também não é possível se relacionar com alguém que não divide nada, que não se abre para nada que é auto suficiente em tudo. Fica no mínimo estranho para não dizer inviável. Neste cenário rapidinho o sexo também vai embora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou seja, manter um relacionamento sexualmente ativo depois de certo tempo de relacionamento não é dos malabarismos mais fáceis da vida. Por um lado, tem a individualidade que precisa de espaço e por outro a intimidade pedindo um pouco do individual para si. O casal que consegue equilibrar esses dois fatores encontrou um bilhete premiado. E como todo bilhete premiado, ainda é uma realidade para poucos. Não porque seja inacessível, mas por conta da dificuldade em manter o equilíbrio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Experiências passadas, cultura, modo de criação etc. moldam nossas &#8220;regras&#8221; internas. E é baseado nessas regras que tocamos nossa vida.</p></blockquote>
<p>Se temos normas pessoais que não permitem individualidade dentro de um relacionamento a chance dessa balança pender mais para o lado da intimidade é enorme. Também existe o contrário, a pessoa passou por muitas invasões de privacidade e reage de modo a não permitir ninguém se aproximar, nem um cônjuge. Isso explica a grande quantidade de pessoas errando nesse sentido e se perguntando onde o sexo ou até o relacionamento por inteiro foi parar.</p>
<h6>Então como equilibrar?</h6>
<p>A melhor forma de equilibrar esses dois fatores tão importantes na nossa vida é começando por nós mesmos. Saúde emocional é um bem muito precioso e decisivo na saúde de um relacionamento e de uma vida sexual.</p>
<p>Seguido de diálogo. Uma relação sem diálogo vira um jogo de adivinhar infinito e no final ninguém sabe mais o que está acontecendo. Voa frustração para tudo quanto é lado.</p>
<p>Uma individualidade sadia requer saúde emocional em dia e a intimidade precisa do diálogo. Mas veja, o diálogo só é eficaz quando os envolvidos sabem e desejam se comunicar bem e isso depende, adivinha: de saúde emocional. Portanto: Individualidade saudável leva a intimidade saudável que contribui com a individualidade que por sua vez alimenta a intimidade e por aí vai. São conceitos colados. E a dinâmica desses dois conceitos se percebe onde esse relacionamento se expressa: na hora do sexo, na hora de decisões, na hora dos desentendimentos etc.</p>
<p>Tendo tudo isso em vista, posso te afirmar que não existe uma forma correta de exercer esses dois conceitos chave em um relacionamento (individualidade e intimidade). Um casal saudável só existe dentro desses dois conceitos, se respeitando e compreendendo os seus próprios limites. Todo excesso é prejudicial e o equilíbrio depende das regras internas de cada envolvido e da disposição em renunciar a elas se for preciso.</p>
<h6>Já tentei de tudo e nada de sexo!</h6>
<p>Eis aqui uma das razões pelas quais aquela ida ao sexshop ou aquela aula de pole dance não foi capaz de trazer o fogo da paixão de volta ao relacionamento. Ou quem sabe, aquela greve de sexo ou aquela última briga monumental. Sexo dentro de um relacionamento é muito mais do que meramente erotização (também importante), mas é a expressão da individualidade de dois indivíduos diferentes dentro de uma intimidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste vídeo dou alguns exemplos práticos de individualidade dentro da intimidade e vice e versa. Depois de assistir, reflita, a quantas anda o seu relacionamento? Espero que te ajude de alguma forma a repensar algumas questões. E deixo aquela mensagem final: se ficar difícil demais fazer por conta própria, conte com um psicólogo para te ajudar!</p>
<p><iframe title="Como manter um relacionamento sexualmente saudável. Sobre individualidade e intimidade." width="604" height="340" src="https://www.youtube.com/embed/zD16J6INnQ0?feature=oembed&amp;wmode=opaque" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Um abraço e até o próximo!</p>
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		<title>O que fazer quando o parceiro ou a parceira tem um problema sexual</title>
		<link>https://marcellepaganini.com.br/2020/05/o-que-fazer-quando-o-parceiro-ou-a-parceira-tem-um-problema-sexual/</link>
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				<pubDate>Thu, 07 May 2020 17:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelle Paganini]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Disfunção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[problemas de casal]]></category>
		<category><![CDATA[vida a dois]]></category>
		<category><![CDATA[casal com problema sexual]]></category>
		<category><![CDATA[parceira com problema sexual]]></category>
		<category><![CDATA[parceiro com problema sexual]]></category>
		<category><![CDATA[problema sexual]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>E quando o parceiro tem um problema sexual, o que pode ser feito? Tenta ajudar? Ficar quieto e esperar? Terminar? São tantas indagações que muitas vezes os parceiros ficam perdidos quando se trata de uma Disfunção Sexual afligindo sua companhia. No texto em questão estou levando em consideração disfunções sexuais físicas, de atuação física, como &#8230; <a href="https://marcellepaganini.com.br/2020/05/o-que-fazer-quando-o-parceiro-ou-a-parceira-tem-um-problema-sexual/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O que fazer quando o parceiro ou a parceira tem um problema sexual</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>E quando o parceiro tem um problema sexual, o que pode ser feito?</p>
<p>Tenta ajudar? Ficar quieto e esperar? Terminar? São tantas indagações que muitas vezes os parceiros ficam perdidos quando se trata de uma Disfunção Sexual afligindo sua companhia.</p>
<p><span id="more-781"></span></p>
<p>No texto em questão estou levando em consideração disfunções sexuais físicas, de atuação física, como Disfunção Erétil, Ejaculação Precoce, Ausência de Orgasmo, problemas de lubrificação etc. A questão de desejo, atração e libido vamos abordar em outro momento, pois envolve questões com mecânicas diferentes.</p>
<p>Em um cenário ideal, quando existe um problema sexual, o casal conversa, procura um profissional e entra em tratamento. Mas nem todo mundo vive o cenário ideal.</p>
<p>Alguns tem dificuldade em iniciar uma simples conversa sobre o assunto, muitas vezes pela forma que esse casal montou a sua dinâmica. Outros até conseguem iniciar um diálogo que acaba em desentendimentos sem chegar a uma solução. Em casos mais severos, há uma recusa categórica por parte do acometido em aceitar o tratamento ou até o assunto.</p>
<p>Se a sua questão é iniciar o diálogo, ou manter a qualidade dele, recomendo que organize sua mente e tente ser o mais honesto e sensato possível. Tenha sensibilidade, pois provavelmente a pessoa se sente tão ou muito mais ferida do que você por estar passando por isso.</p>
<p>Tenha em mente que o início da solução é a partir do diálogo, por isso é primordial que vocês se entendam. Um tratamento sexual em que há apoio da parceria tende a ser mais eficaz do que quando o afetado trata aquilo isoladamente e sozinho. Então, se mostrar disposto a encarar junto é uma boa alternativa.</p>
<p>Uma tendência muito comum é o parceiro que não foi acometido pela Disfunção tente se culpabilizar de alguma forma. Esse movimento é uma tentativa da mente em buscar algum ponto de melhoria que esteja a seu alcance, uma esperança de poder fazer algo. Se culpabilizar, obviamente não costuma ter bons resultados, já que a maior parte das razões são fantasiosas ou suposições.</p>
<p>Agora se o problema é uma recusa a qualquer tentativa de evolução, no estilo aceita que dói menos, o melhor a se fazer é uma auto avaliação e concluir se vale ou não a pena o que lhe é oferecido, sexual e emocionalmente. Neste caso o mais sensato é buscar apoio emocional profissional sozinho, isso vai te ajudar a encarar com mais sobriedade além de te fornecer ferramentas para lidar ou até deixar o relacionamento. Tudo vai depender dos seus valores combinados ao que lhe é oferecido. Aceitar migalhas nunca é uma boa opção.</p>
<p>Independente de qual for o seu cenário, procure ajuda. Um psicólogo sexólogo tem ótimas ferramentas para ajudar seja sozinho ou acompanhado. Questões sexuais não são luxo ou supérfluas, elas afetam a vida emocional de forma direta pois se trata de uma necessidade básica do ser humano adulto, portanto merece atenção especial tanto quanto outra área da vida.</p>
<p>Falei sobre isso neste vídeo também</p>
<p><iframe title="O que fazer quando o parceiro tem um problema sexual?" width="604" height="340" src="https://www.youtube.com/embed/-TV-E1js3Is?feature=oembed&amp;wmode=opaque" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Espero que esse texto tenha de ajudado de alguma forma.</p>
<p>Caso tenha mais dúvidas, ou deseje sugerir algum tema, vai ser muito bom receber o seu contato.</p>
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<p>Obrigada e até o próximo texto!</p>
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